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Na nossa terceira atividade passou pela cidade de Baltimore, um dos lugares que, pessoalmente, acho dos mais interessantes dessa tour. Primeiramente, a cidade foi palco das recentes e talvez as mais intensas revoltas populares da juventude negra contra o racismo e seus cães de guarda. Ao lado dos levantes de Ferguson em 2014, as lutas em Baltimore em abril de 2015 marcam um novo momento nas lutas sociais estadunidenses.

O segundo motivo da minha empolgação é que o local para o debate foi um espaço anarquista chamado RED EMMA’S (https://redemmas.org/). Um projeto cooperativo e auto-gerido ambicioso e incrível! É um café-vegatiano/vegano, livraria, infoshop e centro social sitiado num espaço simplesmente enorme numa esquina movimentada da cidade. Além de uma comida maravilhosa (pra não dizer gourmet) a preços módicos (você pode almoça bem com $4 obamas) e todos os livros mais perigosos que você pode desejar, RED EMMA’S também abriga eventos periodicamente e cursos grátis de idiomas, técnicos ou que mais as pessoas se voluntariarem para dar.

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Caminhamos pela cidade com uma compa que faz parte do coletivo para conhecer mais da história da cidade, do coletivo e outras curiosidades. RED EMMA’S começou suas atividades no fim de 2003, logo após o fim das ondas e luta anti-globalização, quando grupos de anarquistas, estudantes, trabalhadorxs, etc queriam desenvolver projetos políticos nas suas comunidades para além dos protestos de rua e mobilizações reativas que já estavam perdendo força. Um contexto muito semelhante aos relatos que ouvi de compas do Coletivo Ativismo ABC / Casa da Lagartixa Preta em Sto. André. E uma reflexão importante para anarquistas no mundo todo que querem se organizar por tempo mais longo que uma noite de protestos. O espaço começou no porão alugado da casa de alguém, depois foi para uma loja maior e agora nesse espaço gigante.

20150910_172751 Durante a semana mais tensa das lugas de abril, quando a prefeita da cidade decretou toque de recolher dentre as 22h e 5h, muitas pessoas da região ficavam abrigadas no RED EMMA’S durante a noite para poder ir trabalhar cedo e não serem presas aleatoriamente nas ruas. E assim, conviveram e fizeram algumas festas ali abrigadas do caos das ruas.

Durante a caminhada conhecemos alguns lugares importantes desses dias de luta e também outros prédios, como a sede de um grupo chamado Fusion Partnership, que foi comprado por anarquistas nos anos 1960 e usado tanto para moradia quanto para abrigar escritórios, ateliers e oficinas para projetos sociais. Eles também conquistaram o título de “organização não-lucrativa” para captar recursos e direcionar para pequenos coletivos que não teriam como se financiar. Uma forma de abrigar e estimular projetos que tem o objetivo justiça social. Interessante, não?

O debate foi curto pois tivemos um pouco menos de tempo, mas o público foi o mais numeroso até então. Estamos com zines, livros e camisetas em uma banquinha para ajudar na viagem e passando o chapéu ao fim de cada apresentação para reaver as tremendas dívidas feitas com passagens. O pessoal tem animado em contribuir! (ufa)

Depois do show fomos num show de rap num bar logo ao lado. Foi muito bom poder curtir um som e trocar ideia com a galera local pela noite. Acharam curioso um brazuca, uma suéca, um tcheco e uma argentina aparecerem do nada para o show.

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Por enquanto é isso. Hoje, em pleno 11 de setembro estamos em Washinton DC, coração burocrático do Leviathan. Esperamos debate interessante também.

Valeu!

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A turnê do projeto Para Mudar Tudo pela América do Norte já começou! E com esse post inauguramos oficialmente o (quase) diário de viagem onde vamos compartilhar reflexões e informações sobre os espaços, projetos e histórias das movidas anarquistas que encontramos pelo caminho.

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Começamos nos reunindo na cidade de Chapel Hill, Carolina do Norte, onde aconteceu a primeira noite de debates da viagem, no dia 8 de Setembro. Chegamos no fim de semana anterior e pudemos aproveitar algumas atividades da Radical Rush Week – uma espécie de maratona de atividades ligadas a políticas radicais (anarquistas!). Acompanhamos uma caminhada pela cidade por locais com alguma história relacionada a lutas de resistência anti-capitalista da cidade. Passamos por espaços e casas que foram ocupadas por um tempo, a praça que foi tomada durante o Occupy Chapel Hill, The Internationalist, o infoshop da cidade e muitos outros pontos com histórias curiosas.

Internationalist Books é um infoshop e centro social das cidades de Chapel Hill e Carboro (que são praticamente conectadas). Isso significa que lá você pode visitar, comprar um livro, um zine, ou outro material informativo que vai sustentar o espaço, ou pegar alguma coisa na estante de materiais gratuitos e passar o tempo que quiser por lá. Geralmente ocorrem muitas atividades como palestras, cineclube e oficinas. Todo mundo que mantém e gere o espaço trabalha voluntariamente e sem qualquer relação monetária. O dinheiro arrecadado mantém o espaço e serve de ponto de encontro e desenvolvimento de relações libertárias na região. Lá também acontecem eventos da Feira do Livro Anarquista de Carboro.

O fim do passeio foi na feira chamada REALLY, REALLY FREE MARKET – uma piada com a o termo “livre mercado”. É basicamente uma feira que acontece todo primeiro sábado do mês organizada pela comunidade e por anarquistas da cidade onde pessoas vão para levar o que não precisam mais, ou que conseguiram gratuitamente para que pessoas escolham algo que seja útil sem precisar pagar por isso. Há também comida, zines e livros gratuitos para quem quiser. Sendo assim, um ponto de encontro e fortalecimento de relações horizontais.

No Brasil, muitos eventos ou espaços também praticam esse tipo de economia da dádiva. Em Belo Horizonte, durantes os anos de 2006 e 2010 (?) um evento chamado DOMINGO NOVE E MEIA que acontecia todo primeiro domingo do mês, às nove e meia da meia (jura?!) tinha a mesma proposta de ocupar o espaço com atividades como debates, música, oficinas, pic-nics e uma bela feira grátis.

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De Chapel Hil seguimos para Richmond, no estado de Virgínia, para uma atividade no RAG & BONES, uma bicicletaria e espaço comunitário onde pessoas podem ir montar ou consertar suas bicicletas mas que também abriga atividades políticas e radicais. O coletivo é horizontal e todo o trabalho também é voluntário. Recentemente o grupo conseguiu o status de “organização não lucrativa” e estavam comentando sobre os receios e dúvidas ao se envolverem com dinheiro estatal para manter o espaço e manter suas políticas radicais. Talvez seja a dúvida que ressoa em muitos dos projetos que vemos no Brasil também.

 

 

Seguimos agora em direção à cidade de Baltimore, palco de um dos mais importantes e intensos levantes populares contra o racismo traduzido na violência e brutalidade policial. A cidade foi sitiada após o assassinato de Freddie Gray, a polícia foi expulsa de vários bairros e bares pontos de encontro de grupos racistas foram atacados. Esperamos um debate caloroso por lá!

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Vamos tentar manter esse diário o mais diário possível. Mas quando se está em turnê por terras estranhas, nunca se sabe como serão os dias ou se encontraremos tempo e conexão. Mas ao menos teremos a certeza de compartilhar reflexões e informações sobre o que acontece ao redor de políticas anarquistas por onde passamos.

Até breve!

Diário de viagem no blog:

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ROTEIRO e outras informações:

www.crimethinc.com

A publicação Para Mudar Tudo foi elaborada em conjunto por coletivos em 5 continentes. Está presente em 26 países e em 16 línguas, sempre através de distribuição gratuita. A proposta é divulgar a relevância das ideias e práticas anarquistas para o mundo de hoje.

Uma versão digital, assim como outras mídias, incluindo vídeos, posters e adesivos, estão disponíveis para uso e download gratuito no site www.paramudartudo.com. Lá você pode também conhecer mais coletivos e projetos do nosso Mapa de Iniciativas Libertárias, que pretende reunir e tornar acessível o contato de projetos ou grupos que se organizam em todo o país.

No site www.tochangeeverything.com encontra outras versões em todas as línguas nas quais o projeto foi realizado.

E lembre-se: se estiver lendo isso, você também faz parte da resistência.

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Durante setembro e novembro de 2015, pessoas envolvidas na publicação de versões do projeto PARA MUDAR TUDO na América Latina, Balcãs, Leste Europeu e Estados Unidos vão se juntar para uma série de apresentações e debates sobre recentes ondas de levantes e rebeliões sociais ao redor do globo. O objetivo é promover o intercâmbio de experiências e reflexões sobre a relevância da organização e do pensamento anarquista para os movimentos de resistência no século XXI.

Esta é a primeira turnê organizada por coletivos envolvidos na publicação Para Mudar Tudo. Além de levar reflexões e relatos sobre as recentes revoltas no nosso contexto de terceiro-mundo para dentro do império ianque, uma pessoa do coletivo brasileiro participando da turnê irá compartilhar experiências aqui no blog e na página do facebook do projeto. Muitas das mais de 50 palestras serão organizadas em centros sociais ou cidades/comunidades relevantes para os movimentos de resistência anarquista norte-americanos.

A anarquia não tem e nem deve ter fronteiras. Saber sobre formas e estratégias revolucionárias em diferentes contextos e momentos podem ser inspiradoras para nossos próprios projetos locais. Portanto, nada melhor que usar dessa rede internacional de cooperação libertária para fazer novos laços, conectar as lutas e inspirar novas formas de resistência.

Acompanhem esse diário de viagem para saber mais sobre esses lugares, suas histórias e personagens!

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na manifestaçãoEm novembro de 2014, nas feiras anarquistas de São Paulo e de Brasília, lançamos a primeira edição da publicação Para Mudar Tudo, um projeto colaborativo que não respeita fronteiras nacionais realizado entre coletivos de mais de 20 países. Desde então, muitas cópias foram distribuídas, sendo levadas, a diferentes mãos, por pessoas viajando através das redes de apoio mútuo e libertárias pela região dominada pela tirania do Estado Brasileiro, ou enviadas pelo correio a quem quer que se interessasse, pedindo apenas o custo de envio. Nessa primeira edição foram confeccionadas 5 mil cópias de um livreto de 48 páginas em alta qualidade. Um número considerável para uma publicação anarquista gratuita, mas ainda muito pouco se considerarmos a dimensão do país em que estamos.

Desde o início sabíamos que apenas 5 mil cópias seriam pouco para um projeto dessa dimensão. Mais ainda quando pensamos que compas na Argentina já distribuíram 10 mil cópias, nos Estados Unidos foram feitas mais de 150 mil cópias coloridas em inglês e mais 25 mil em espanhol para estar acessível a todas as pessoas hispanofalantes que lá vivem. Conscientes das diferenças de contexto e da capacidade de cada grupo e com nossos estoque se esgotando, estamos nos esforçando e convidando a todxs para levar a diante esse projeto através do apoio-mútuo e produzir uma segunda edição de mais 5 mil cópias para distribuir em 2015.

Continuamos aceitando doações de qualquer valor via PayPal e através de uma conta comum. Se quiser doar e não tiver uma conta no Paypal, nos escreva no e-mail paramudartudo@riseup.net que lhe passamos uma conta para depósito.

Para essa segunda campanha queremos oferecer uma pequena lembrança em troca do seu apoio: transformamos um de nossos posters com mensagens libertárias em camiseta que venderemos para reverter o dinheiro em impressão de mais publicações. As camisetas custarão R$25,00. Você pode fazer um pedido através da loja virtual no site da distribuidora independente – e colaboradora do projeto – No Gods No Masters, que vai confeccionar as camisas e enviá-las com carinho para você. Para mais detalhes sobre opções de tamanhos, cores e preço de envio, confira no link da distro aqui.

Para todas as pessoas que quiserem mais cópias para distribuir na sua cidade, escrevam também no e-mail paramudartudo@riseup.net. Se quiser conhecer mais sobre outros projetos e iniciativas libertárias pelo país, acesse nosso Mapa de Iniciativas Libertárias. Se você gosta e quer apoiar de outra forma que não financeiramente, acesse nosso site www.paramudartudo.com, baixe a publicação em PDF, os posters e adesivos, veja e difunda o vídeo. Ajude a divulgar e tornar esse, mas também outros libertários, conhecidos na sua região. Para conhecer o projeto em outras líguas e contextos, acesse www.tochangeeverything.com.

Obrigadxs a todxs.

Nos vemos nas ruas.

NÃO ACEITE PAGAR UM CENTAVO SEQUER POR ELES!

Quem cobra um preço por eles age de má fé e corrompe a proposta do projeto.
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Talvez você esteja se perguntando como foi possível fazer um material em boa qualidade de papel e impressão, numa escala relativamente grande (5 mil cópias) e ainda distribuí-lo totalmente de graça em todo o país (e no mundo). Bom, a resposta é: Anarquia.

É incrível o que podemos alcançar quando traçamos um objetivo e convidamos pessoas com as mesmas ideias para se apoiarem. Se estamos fazendo um chamado anarquista, então nada melhor que exercitar a cooperação, autonomia e o apoio mútuo no decorrer do processo – porque isso é Anarquia. Todos os recursos captados, assim como o trabalho de a escrita, traduções, reescrita, a revisão do texto, o design, a produção dos vídeos, sites, posters e – por final – a distribuição, tudo foi e está sendo feito voluntariamente por pessoas que acreditam no projeto e desejam passar ideias e práticas libertárias adiante.

Tudo isso para que pudéssemos atingir o maior número de pessoas possível DE FORMA GRATUITA e aceitando apenas contribuições e doações voluntárias de pessoas ou grupos autônomos que querem e podem apoiar financeiramente – JAMAIS DO ESTADO, PARTIDOS OU EMPRESAS.

Nos esforçamos para levar nossos materiais para eventos, feiras, protestos, deixar em espaços libertários e mandar a diversos coletivos pelo país para que o distribuam em seus próprios eventos ou seus espaços.

As únicas coisas que pedimos são os custos de envio (quando não achamos alguém pode fazer o favor de levar grandes quantidades até outras cidades), mas sempre deixando claro que os livretos são para serem distribuídos, e NÃO VENDIDOS.

grátis

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“MAS SE TUDO FOR ASSIM, NÃO VAMOS FALIR AS DISTRIBUIDORAS DE MATERIAL INDEPENDENTE?”

Bom, é claro que participamos de outros projetos e publicações que vendemos por um preço fixo. E se as coisas tem um custo porque capitalistas detém a matéria prima e as máquinas, é normal cobrar por elas, para continuarmos mantendo nossos projetos enquanto não possuímos e comunizamos todas as formas de produção das quais precisamos. Mas no caso do projeto Para Mudar Tudo, ele foi PENSADO PARA SER GRATUITO, e trabalhamos e buscamos apoio de forma que ele funcionasse assim do início ao fim. Então, pedimos que as pessoas mantenham essa proposta não sujando suas mãos e relações desnecessariamente com dinheiro.

Se alguém quiser distribuir o material, mas precisa fazer isso pedindo uma contribuição pelo envio de quem pegar um livreto, ótimo, mas deixe claro que é uma CONTRIBUIÇÃO VOLUNTÁRIA que esta cobrindo o ENVIO. E o custo de envio é em média de 50 CENTAVOS por cópia. Quem tiver dá um pouco e QUEM NÃO TIVER, NÃO DÁ NADA E LEVA DO MESMO JEITO. Nossa experiência tem mostrado que isso funciona tanto financeiramente quanto como propaganda pela ação, e permite que pessoas que não tem grana ou não confiam ainda no projeto ou na ideia possam pegar o material e passar a gostar e a confiar em iniciativas parecidas.

Caso veja alguns de nossos livretos em mesas de distribuidoras ou banquinhas independentes, não se acanhe: pegue um e não se sinta obrigadx a pagar um centavo por isso e, se alguém reclamar, peça à pessoa para verificar esse post em nossas páginas no fachobook ou no blog.

A revolução não será monetizada.  😀 

LANÇAMENTOS e FEIRAS

foto 1Estamos muito felizes com o lançamento e o sucesso inicial do projeto Para Mudar Tudo. As primeiras cópias foram difundidas dia 9 de novembro de 2014 na V Feira do Livro Anarquista de São Paulo, onde exibimos o vídeo do projeto e divulgamos o material para o público que apareceu interessado em conhecer mais das ideias radicais, além de deixar cópias com pessoas de diferentes estados e cidades do interior para serem distribuídas. Logo em seguida foi a I Feira do Livro Anarquista do Distrito Federal, nos dias 15 e 16 de novembro, onde levamos mais algumas centenas de livretos para serem compartilhados com compas locais e de outras regiões que estavam lá visitando a feira. Estaremos presentes também no Tattoo Circus do Rio de Janeiro, dias 28, 29 e 30 de novembro para levar cópias, exibir o vídeo e debater.

O retorno e os comentários sobre o projeto têm sido muito gratificante. Assim como a vontade de se envolver e cooperar que muitas pessoas e coletivos vêm mostrando, seja incluindo seus projetos no Mapa de Iniciativas Libertárias, seja se oferecendo para distribuir o material a lugares que não temos ainda contato, ou mesmo doando alguma quantia para a próxima edição de mais 5 mil cópias que pretendemos lançar assim que distribuirmos a primeira tiragem.

Sabemos que mesmo chegando a 10000 mil cópias distribuídas gratuitamente, um país do tamanho do Brasil precisaria de muito mais para podermos levar essas ideias e propostas a mais pessoas. Em breve também disponibilizaremos uma versão de PDF em preto e branco pronta para impressão, para que qualquer pessoa possa fazer cópias de baixo custo e com uma boa qualidade, para ler ou distribuir.

Mesmo assim, não só quantidade de material ou acesso ao site serão necessários, mas também a qualidade e a paixão que colocarmos nos laços que esse projeto pode inspirar a criar e ampliar. E melhor do que um projeto atingindo todo o país, seriam vários projetos partindo de cada região e atingindo outras pessoas na mesma frequência.

A melhor solidariedade as vezes é partir para o ataque, de onde quem e com quem quer que estejamos!

CONTATOS e APOIO

Pedimos que continuem a nos escrever enviando dados para colocarmos no Mapa de Iniciativas Libertárias, ou saber como apoiar e difundir. Mas que tenham paciência, pois somos poucas pessoas cuidando dos contatos e do site, além de nossos próprios projetos e coletivas. E, tendo paciência, vamos respondendo a todos os e-mails.

Agora temos um link direto para doar via PayPal disponível na página APOIE. Isso vai facilitar sua doação, já que não depende mais de uma resposta nossa via e-mail.

Mais uma vez queremos agradecer muito a todas as pessoas que vêem doando dinheiro para apoiar toda a proposta.

Enquanto isso, aproveite para entrar em contato com outros coletivos e iniciativas que já constam no site, principalmente os que estão perto de sua região ou no caminho de alguma próxima viagem!

NOVOS CONTATOS E DIFUSÃO

IMG_0011Pensamos uma estratégia de difusão do material que priorize regiões fora das capitais do Sudeste, e privilegie as periferias e as do interior, bem como projetos e movimentos sociais de base ou educativos. Portanto, um primeiro plano foi traçado e teremos ele como prioridade, mas sugestões são bem vindas e aceitamos pedidos para enviar material a ser distribuído em outras cidades que se encaixam nessa lista de prioridades. Se possível, pedimos apenas uma ajuda com os custos do envio. Mais detalhes podemos falar no e-mail paramudartudo@riseup.net.

MANTENHA O CONTATO!

Agora estamos no caminho de juntar o dinheiro necessário para a segunda edição. Mas ainda temos custos com site, envios, etc. Esperamos que continuem a se interessar e difundir o projeto, assim como a se inspirarem nessa ideia e nos coletivos que divulgamos no Mapa.

Sintam-se à vontade para se apropriar de qualquer material do site, usar e difundir o vídeo em seus eventos ou nos convidar para levar o material para uma atividade.

Obrigada pelo apoio e continuem mudando tudo de alguma forma, em algum lugar!